Leilão emergencial: Absurdo que parece não ter fim

Por Fernando Teixeirense

O cenário dos que lidam com as questões do setor de energia se torna cada dia mais complexo e desafiador. A grande novidade é a criação pelo TCU de uma secretaria voltada a conciliar conflitos e encaminhar a solução de problemas complexos no âmbito da administração pública como parece estar sendo o encaminhamento do tratamento das térmicas do Procedimento Competitivo Simplificado (PCS).

De forma resumida, essas térmicas ganharam um processo licitatório quando o país corria risco de ter problemas na geração de energia por falta de chuvas.

Optou-se por fazer um leilão emergencial com regras rígidas e custos elevados. No final das contas, a crise não veio, quase todas as usinas atrasaram a entrada em operação — algumas ainda não entraram — e o consumidor ficou com a bomba na mão.

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Este artigo foi publicado na Epbr, em 08/05/2023

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