A transição energética é um dos principais vetores de transformação da economia brasileira e ocupa posição central na estratégia das empresas que buscam competitividade, sustentabilidade e protagonismo global. Para Eduardo Sattamini, CEO da ENGIE Brasil, essa mobilização representa uma oportunidade concreta de preparar o país para um cenário cada vez mais exigente em relação às emissões de carbono.
Para a ENGIE Brasil, o investimento em fontes renováveis e em eficiência energética faz parte da missão de acelerar a transição para um mundo neutro em carbono. “Ao mesmo tempo, esse movimento fortalece a indústria nacional ao reduzir custos energéticos, atrair investimentos e estimular a inovação tecnológica”, afirma Sattamini.
Essa agenda corporativa está diretamente conectada ao desenvolvimento do país, uma vez que cria condições para uma indústria mais moderna, eficiente e competitiva. Por essa razão, a ABRACE Energia entende que a transição energética deve ser tratada como uma política industrial. “A transição energética é fundamental para a reindustrialização do Brasil, com a produção de produtos verdes aptos a competir globalmente em seus mercados”, defende Paulo Pedrosa, presidente da Associação.
Em meio a esse cenário, Sattamini conta que a ENGIE Brasil tem atuado com foco em acelerar a transição energética. Entre as metas estabelecidas pela empresa, está a de reduzir 56% suas emissões de gases de efeito estufa até 2030. A matriz energética predominantemente limpa do Brasil é uma vantagem estratégica, ainda que haja desafios que limitem o pleno aproveitamento do potencial renovável brasileiro.
O CEO da ENGIE Brasil aponta o curtailment como um dos principais entraves à transição energética. Isso porque os cortes de geração causam desperdício de energia renovável disponível e desestimulam investimentos. “É fundamental atuar com urgência na solução deste problema, a fim de evitar perdas que comprometem a competitividade do país”, conclui Sattamini.
A ABRACE vem alertando para os impactos do curtailment, principalmente no que tange o aumento de custos para os consumidores e as consequências para a transição energética. “É preciso enfrentar questões estruturais do setor elétrico, eliminando desperdícios e melhorando a eficiência”, destaca Pedrosa.
Em uma análise ampla do cenário, Sattamini conclui que a integração de novas tecnologias, como sistemas de armazenamento, a valorização dos atributos ambientais da energia renovável e uma agenda coordenada entre governo, empresas e sociedade são fundamentais para superar gargalos e transformar potencial em realidade.
A série “Visão do CEO: Transição Energética”, promovida pela ABRACE Energia, reúne a perspectiva de lideranças empresariais que estão na linha de frente da transformação do setor energético e industrial. Ao destacar experiências concretas e compromissos estratégicos, a iniciativa reforça que a transição energética é também um caminho para gerar valor econômico, social e ambiental de forma sustentável. Confira mais sobre o que pensa Eduardo Sattamini, CEO da ENGIE Brasil:
