Por Daniela Coutinho, Vice-presidente da ABRACE Energia
A história mostra que energia e geopolítica caminham juntas. Em diferentes momentos, conflitos internacionais tiveram na energia um de seus elementos centrais — seja pela disputa por recursos, seja pela dependência de determinadas fontes. Mais uma vez, o mundo acompanha uma guerra em que o tema energético aparece no centro das atenções, influenciando preços, cadeias produtivas e decisões estratégicas de governos e empresas.
Essa realidade reforça uma lição importante: energia não é apenas um insumo produtivo. É um fator determinante de competitividade econômica e de soberania nacional.
No atual contexto de transição energética, reorganização das cadeias globais e corrida tecnológica, países capazes de oferecer energia abundante, limpa e a preços competitivos tendem a sair na frente. Energia tornou-se um ativo estratégico para atrair investimentos, fortalecer cadeias industriais e liderar novas tecnologias — uma verdadeira alavanca para o desenvolvimento.
[…]Este artigo foi publicado no Correio Braziliense, em 24/03/2026
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