Sobre a Abrace

A Associação dos Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (ABRACE) é uma das associações mais antigas do setor elétrico, que defende, com base em estudos e documentos técnicos, a importância da energia a preços competitivos para o desenvolvimento do setor produtivo no Brasil. A ABRACE reúne mais de 50 grupos empresariais responsáveis por quase 40% do consumo industrial de energia elétrica do Brasil e 42% do consumo industrial de gás natural. Com mais de 800 unidades de consumo mapeadas em 25 estados brasileiros, a ABRACE tem um consumo de energia elétrica maior do que o de países vizinhos da América Latina, como Chile, Colômbia ou Peru.

A grande indústria consumidora de energia é responsável por cerca 49% do valor adicionado ao PIB e quase 67% do investimento no setor privado, embora represente menos de 1/3 das plantas industriais brasileiras. Estima-se que a indústria gere 3,2 milhões de empregos indiretos e quase três vezes essa quantidade de empregos indiretos.

57 grupos empresariais

40% do consumo de energia elétrica do país

42% do consumo de gás natural

3,2% de empregos diretos na industria

3x mais empregos indiretos nos setores de logística, serviços e apoio

Mais de 800 unidades industriais em 25 estados

Diversos setores industriais estão representados na ABRACE: mineração, siderurgia, alumínio, petroquímica, papel e celulose, vidros, cloro-soda, têxtil, automobilístico, alimentício, gases industriais, ferro-ligas e cimento. Grandes empresas de importância econômica local e líderes de mercado nacional e internacional como Vale, Gerdau, Usiminas, Rio Tinto, CSN, BHP Billiton, ThyssenKrupp, Alcoa, Ambev, Cargill, Nestlé, Bayer, Votorantim, GM e Braskem integram o grupo de associados.

Essa é a vocação da ABRACE.

A associação, que, desde seu surgimento, vem recebendo amplo reconhecimento pela sua forte atuação, se envolve em ações que objetivam:

a ampliação da escala e melhora da competitividade
a criação de empregos e o conseqüente bem- estar da população
o incremento dos investimentos
o aprimoramento e a modernização do setor
a efetivação de projetos de integração econômico-comercial e de livre comércio
o aperfeiçoamento do arcabouço jurídico e regulatório do sistema