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Se você já ouviu falar no Novo Mercado de Gás e precisa entender melhor o que isso representa para o Brasil, a ABRACE explica.

Nossa equipe preparou esta cartilha que detalha como funciona hoje o mercado de gás natural e o que pode acontecer se ele tiver mais competição.

Riqueza brasileira: O gás natural é uma riqueza do Brasil. Está presente no pré-sal, na Amazônia e em poços terrestres em várias regiões do país. O pré-sal poderá dobrar a oferta de gás nos próximos 10 anos, saltando de 60 milhões m3/dia para 120 milhões m3/dia.

O gás natural está presente na vida dos brasileiros: Muitos dos produtos industrializados que utilizamos e consumimos no dia-a-dia dependem do gás natural para a sua produção: materiais de construção, vidros e garrafas, alimentos industrializados, bebidas gasosas, a cervejinha do fim de semana, papel, aço e ferro dos veículos, entre outros.

Janela de Oportunidades: Aproveitar o gás do pré-sal pra reaquecer nossa economia é evitar que essa riqueza seja reinjetada ou liquefeita e exportada para outros países. O gás mais barato pode reacender o nosso parque industrial, reduzir o custo da produção agrícola e chegar aos comércios e residências.

+ Empregos: Um estudo da ABRACE indica que a Abertura do Mercado de gás pode gerar 4 milhões de empregos.

+ Competitividade: O Brasil tem uma das tarifas mais altas de gás natural. Um estudo recente da CNI mostrou que, em 2018, a indústria nacional pagava, em média, US$ 14/MMBTU (dólares por milhão de BTU). Nos Estados Unidos, esse preço chegava a ser US$ 4,5/MMBTU. Mesmo na Argentina, o preço era bem menor,  US$ 4,3/MMBTU. Esse valor prejudica a indústria brasileira, que perde oportunidades para os competidores internacionais.

Energia + limpa: O gás natural pode ser usado para gerar uma energia firme, que complementa as energias eólica e solar, quando não há vento ou sol. É uma energia firme e menos poluente que a queima de carvão e diesel, hoje utilizados na das geradoras termelétricas.

Energia + barata: A abertura de mercado e a redução de preços do gás natural também podem reduzir o custo global da energia, com um impacto indireto na conta de energia dos brasileiros

+ Agro: Hoje, o Brasil importa mais de 80% de sua produção de fertilizantes, insumo necessário à agricultura. Um dos motivos é o alto custo da produção de fertilizantes, que dependem muito de gás natural. A abertura de mercado poderá trazer oportunidades de produzir mais fertilizantes no Brasil e reduzir os custos desse insumo para um setor que alavanca a nossa economia.

Gás de cozinha mais barato: Hoje o Brasil consome 7 milhões de toneladas de GLP por ano, dos quais 2,5 milhões são importados. A abertura do mercado pode quadruplicar a produção de gás de cozinha, tornando o país autossuficiente, e provocando a custo desse combustível tão importante para as famílias brasileiras. O estudo é da Gas Energy.

+ Investimentos: Novo estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI) sobre o Impacto Econômico do Gás Natural competitivo mostra: se o gás do Brasil chegar a US$ 7/MMBTU, os investimentos na economia podem triplicar até 2030. São US$ 30 bilhões a mais na economia.

Combustível mais barato: O GNV tem sido usado para abastecer veículos nas cidades no lugar da gasolina e do diesel. A abertura do mercado pode alavancar esse mercado, reduzindo o custo do transporte e melhorando a qualidade do ar nas grandes cidades.

Menos poluição: Muitas fábricas podem substituir o gás natural por carvão em suas plantas industriais. O uso do gás natural nas indústrias pode reduzir as nossas emissões de carbono.

Causa comum: Mais de 60 setores da indústria assinaram a Carta aberta ao Congresso em defesa do Novo Marco Legal do Gás Natural – PL 6407/2013, que promove a abertura do mercado de gás natural. Vários setores se beneficiam com a abertura do mercado de gás e a redução de preços.

+ Arrecadação: O volume de negócios e investimentos que virão com a abertura de mercado vai gerar mais arrecadação para governo federal e para os estados.


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