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No relatório técnico de energia elétrica de dezembro, a ABRACE mostra análise técnica que aponta para uma parcela adicional aos Encargos de Serviço de Sistema (ESS). “O crescimento da produção de energia eólica no parque gerador brasileiro trouxe novos desafios face às características intrínsecas de variabilidade e intermitência desta fonte de energia. Por se tratar de uma fonte intermitente é necessária uma contrapartida que garanta segurança de fornecimento de energia ao Sistema Interligado Nacional (SIN).” Diz o relatório

A contrapartida definida pelo Operador Nacional do Sistema (ONS) foi a criação de uma parcela adicional de Reserva de Potência Operativa, que é subsidiada pelos consumidores. Essa parcela será paga por meio dos Encargos de Serviço do Sistema – ESS, mais especificamente, por meio dos Encargos por Serviços Ancilares, destinados a garantir a qualidade e a segurança da energia gerada no Sistema Interligado.
Acesse o relatório técnico de Energia Elétrica clicando aqui.


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